Eclesiologia e Eclesiogênese (3)

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Neste livro está um ponto de vista diferente da maioria dos encontrados nas repetitivas prateleiras das livrarias cristãs. Os pontos de vista aqui esboçados são minha vista a partir de outros pontos. Como, por exemplo, em que foram relevantes as controvérsias entre Pelágio e Agostinho, mesmo para outras áreas da vida humana, que não apenas as eclesiológicas e teológicas. Logo, mesmo afirmando meu compromisso com a verdade, não faço imposições, mas proposições. Daí buscarmos os primórdios dos ingredientes que geraram o Cristianismo (um conjunto de cristianismos). E, por causa de tais se dá o afloramento de diversas perguntas como, por exemplo: Por que o movimento de JESUS é algo dessemelhante de Cristianismo? A partir de quando o Cristianismo começa a ser cultivado e se distancia do movimento de JESUS? A igreja mudou desde sua fundação? Quando e por que começam as primeiras tentativas de re-formação das mentalidades cristãs já nos três primeiros séculos dos cristianismos? Quando o cristianismo deixa o papel de antagonista e figurante, passando a ser o protagonista dentro de um Império que vai deixando de ser Romano para se tornar efetivamente cristão? Qual a relação entre Estado e Igreja? Quando e como cristãos e cristandade passam a serem coisas dessemelhantes? Qual a importância disso para a igreja brasileira em suas diversas modalidades templo-denominacionais? Diante dos erros e acertos dos cristianismos do passado, quais as virtudes desenvolvidas pelos cristianismos do passado para nós hoje? A Igreja seria mais uma instituição humana como outra qualquer? Quais as obrigações e direitos dos membros de uma igreja local? Há uma ética e uma moral que sejam características da Igreja verdadeira? Se há, esta ética e moral igrejeira podem ou devem ser compartilhadas com sociedades não cristãs? Há relações entre a Igreja e a cultura, a economia, a ciência e afins? Pode-se fazer analogias entre a história brasileira e a igreja de ontem?